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Papos de Menina, mate sua curiosidade (pelo menos um pouco dela).

Todos sabem que quando vários homens se juntam um dos assuntos que mais vem a tona é sexo. Sexo sexo e sexo. A peituda que esta no café, a vagaba que alguém pegou ontem mas ficou bancando a santinha, etc.

Mas e quando varias mulheres se juntam? Bem, claro, o romantismo impera…

Clique no player e ouça o que as mulheres nos escondem: seus papos de menina. E de quebra descubra o que as moças do telemarketing fazem enquanto não estão te aporrinhando no telefone.

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Audio gravado em uma grande central de atendimento, eu editei para remover o nome do produto e qualquer indicação de origem.

Mas uma coisa é fato: o comercial do Sazon estava certo o tempo todo, o amor melhora o gosto de qualquer coisa… outra coisa é fato: SEMPRE USE O MUTE.

Vira-Latas Milionário

Enfim assisti ao aclamado filme do Danny Boyle e digo: ele já fez coisas bem melhores. Mas o filme mexe com sentimentos primários como amor, amizade, irmandade, pena e tudo mais que comove o mundo dito civilizado.

E o Danny soube vender esse peixe muito bem.

O filme conta a historia de Jamal Malik, um indiano mulçumano que cresceu no meio da extrema miséria e se torna o grande vencedor de 20 milhões de rupias, uma fortuna na India (equivalente a quase 900 mil reais… o que aqui não seria o suficiente para comprar um apartamento na beira-mar, mas na Índia é realmente uma fortuna de respeito). Desde pequeno ele só se fode para começar por ser mulçumano, o que não é fácil na Índia… tanto é que os mulçumanos indianos tiveram que fundar seu próprio pais, o Paquistão.

É fato e notório que a Índia é um dos países mais miseráveis e desiguais do mundo, perto da Índia o Brasil é Dinamarca. E essa miséria e desigualdade permeia todo o filme. E em relação a estética do filme, por mais que o Danny Boyle negue, é claramente inspirada em Cidade de Deus. Inclusive em alguns momentos dá para imaginar o irmão do Jamal sacar a arma e proferir a imortal frase: “Dadinho é o caralho, meu nome é Zé Pequeno, porra!”.

Mas apesar de toda a desgraça que acontece na vida do cara, o mote do filme não é esse e sim o mais primário dos sentimentos: o amor. Sim, o filme é uma historia de amor… daqueles românticos para fazer sua namorada olhar para você no fim do filme e falar: “por que você não pode ser que nem ele?”.

Se o mote do filme é o amor, o recheio é: como um favelado, pobre, desgraçado, filho da puta pode saber tantas respostas? Tanto que ele é preso e torturado para revelar suas fontes… ainda no meio do programa. E a cada pergunta que o interrogador fazia vem o flash back da vida miserável dele de como ele sabia as respostas. Mas o pior não é ele saber as respostas… mas a dificuldade das perguntas. Para se ter idéia, a pergunta de 20 milhões de rupias era: “No livro de Alexandre Dumas, os 3 mosqueteiros, sendo Arthus e Portus dois mosqueteiros, qual é o nome do terceiro? Dãããããããããã. E era ainda por cima múltipla escolha!

slumdog_millionaire

De qualquer modo, o filme é um bom divertimento, mas não motivo para aclamação como foi. Edição bacana, trilha bem colocada, uma atriz lindíssima, mas só. Uma boa sessão pipoca. Só contou pontos extras por ter sido criativo nos créditos finais. Recomendo espalhar curry pela sala para entrar mais no clima.

curry_pasteUm momento engraçado é quando o pequeno Jamal leva um casal de americanos para conhecer a “Índia real” e enquanto eles estão conhecendo o pessoal da favela depena completamente o carro deles. AI na volta o motorista indiano começa a espancar o garoto e ele grita: “Não queriam conhecer a Índia real? Essa é a Índia real” no que a mulher responde “então vamos te mostrar a America real, e manda o marido dar dinheiro para ele. Mas não é um filme político ou de protesto. Danny filma como os cinematografistas da NatGeo filmam as savanas.

Ah, primeira imagem que ilustra o post é do pequeno Jamal coberto de merda, em uma das cenas mais nojentas que eu ja assisti.

Watchmen!!!

Para garantir a fidelidade dessa critica fui lá e assisti duas vezes… uma com uma platéia estúpida e ignorante e outra com uma platéia menor, onde pude enfim ouvir os diálogos e prestar atenção a alguns detalhes e o veredicto é um só: Watchmen – o Filme é um puta filme de ação, mas em relação ao gibi (sim, é gibi) só arranha a superfície. Pronto, falei

Crônica de um amor que já deveria estar morto.

Engraçado como algumas verdades surgem em uma noite a beira mar, enquanto se esta tomando um sorvete.
Hoje tomando um sorvete, olhando para as ondas quebrando na praia, após comer um bom cheese filet bacon, me dei conta que faz 8 anos amo a mesma mulher, mulher essa que não vejo a pelo menos 4 anos.

Um tanto patético, um tanto absurdo mas infelizmente é a verdade.

A cultura do hype sobrevive!

E a “polemica” do cara que meteu a mão na bunda da coelhinha na Campus Party?
Polemica entre aspas porque vai se foder, polemica alguma, só mais um hype sem sentido nessa internet cada vez mais carecendo de sentido.

Steve Jobs não morre! Vira conserva.

Steve Jobs nunca vai morrer. No máximo vai virar conserva.


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