Na labuta e ao mesmo sem fazer nada (paradoxal, eu sei) comecei a revirar o Youtube atrás de comerciais antigos. Triste como a publicidade brasileira (talvez mundial) hoje atravessa um período de mediocridade.
Das propagandas de hoje, quantos jingles memoráveis temos, como por exemplo o da “Pipoca e Guaraná ”? Nenhum acredito. Bordões que ficaram no imaginário, como o “Bonita camisa, Fernandinho ”?.
Pois é, eu apesar de não ser publicitário gosto muito de publicidade, alguns comerciais eram simplesmente geniais, alguns ate espartanos na sua concepção mas fantásticos na execução.
Quem tem um pouco mais de idade deve lembrar dos comerciais do Chambinho , com a musica Carinhoso do Pixinguinha… um comercial que levou uma musica que apesar de ser de um dos grandes da musica brasileira, não era assim tão popular (mais uma vez paradoxo, não?). Qualquer um na faixa de 30 e poucos anos, quando ouve os primeiros acordes da musica começa a cantarolar “meu coração, não sei por que, bate feliz, quando te vê…” não por conhecer Pixinguinha, mas por lembrar do comercial do Chambinho.
Antes daquele urso nojento da Coca-Cola quase todas as grandes empresas brasileiras faziam comerciais especiais para a época do ano, especiais em todos os sentidos, uma musica que grudava no ouvido, uma execução que ficava na memória… enfim conseguiam fazer o que é a função dela: fixar a marca na cabeça do consumidor… “quero ver você não chorar, não olhar para trás nem se arrepender do que faz… ”
Mas nenhum comercial me leva mais a infância que os da Faber-Castell… com a musica do Toquinho, Aquarela…
Ah que saudades do tempo que a propaganda brasileira era boa… ainda bem que pelo menos na propaganda em mídia impressa, algum talento sobrevive. Nos embebed a seguir tem mais alguns que são dignos de nota que eu me lembro, como o da DDDrim , da margarina All Day , do Baton , do Laka , do cachorrinho da Cofap
… esse para a Fnac que ja é dos anos 2000. E os fantasticos comerciais da “Parceria contra as drogas” Crack e Cocaina .
E abaixo, o classico Costinha barbarizando em off em um comercial para loteria do RJ.
Só para deixar claro, eu não sou nenhum saudosista dos anos 80, quem me conhece sabe que eu considero essa a década perdida.
Opa, estava esquecendo do Carlos Moreno!! Seria um absurdo.
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